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17 janeiro, 2012

Sessão Confesso - Power Rangers: O Filme


Pra quem viveu a infância na década de 90, Power Rangers certamente teve uma forte influência televisiva. A série foi uma das primeiras de super-heróis a apresentar a mínima relação com a cultura ocidental. É certo que Changeman, Black Kamen Rider, Jiraya e Jiban já faziam parte do cotidiano de lutas dos garotos, mas o forte estilo japonês, cheio de nomes e canções incompreensíveis, além da própria falta de brinquedos, não faziam frente ao grupo de Jason, Trini, Zack, Billy e Kimberly, e depois o Ranger Verde e Branco Tommy. Os episódios eram recheados de monstros absurdos, feitos de qualquer coisa que desse na cabeça da Rita Repulsa, como a máquina de fliperama, ou animais pouco simpáticos, como o porco que come tudo pela frente. Tudo feito com muita esponja e isopor, que não faria inveja à produção de Chaves ou Chapolin. Muito tosco!

Com isso, é fácil perceber como o filme dos Rangers foi um grande sucesso entre a garotada! Saíram as roupas coladinhas e vergonhosas, entraram as armaduras de respeito! Deram fim às bombinhas de fumaça e conseguiram fazer grandes explosões à la Michael Bay. Pela primeira vez, a série teve um vilão de verdade, o Ivan Ooze. E ele tinha um plano realmente com cara de dar certo, enfeitiçando todos os habitantes e fazendo-os trabalhar na construção dos robôs, que iria destruir toda a cidade, além de pôr fim ao centro de comando e quase matando Zordon e Alpha. Tudo isso deu gosto de ver, ainda mais com os Power Rangers tendo que procurar o novo poder Ninja! E o que dizer dos Zords? Todos bem convincentes e imponentes, sem aquela cara de brinquedo de maquete! Ok, talvez eu tenha exagerado, mas eu não perco o filme até hoje, confesso! Quem gosta?





14 julho, 2011

Sessão Confesso - O Monstro



Não fosse "A Vida É Bela", a moral de Roberto Benigni seria das piores. "O Monstro" é o filme que retrata exatamente as características do ator, diretor, roteirista e faz-tudo-de-seus-próprios-filmes. A atuação beira a comédia pastelão de Didi Mocó. Aquele humor físico de se pendurar no muro para escapar do policial. De sair correndo, tropeçar na escada e sem querer puxar o vestido da moça. 

A comédia definitivamente é tosca. No entanto, o argumento do filme é interessante. Um serial killer que mata mulheres está à solta na cidade, e por um grande mal entendido, Guido (Roberto Benigni) será procurado como o tal assassino. A partir de então, uma policial passará a conviver à paisana com o rapaz, tentando seduzi-lo das maneiras mais provocantes possíveis, a fim de forçá-lo a mostrar sua verdadeira personalidade. É nesse contexto que Benigni arma seu circo para criar situações bizarras e embaraçosas, que o apontem como um maníaco sexual. 

Pode ser até deprimente, mas eu confesso que choro de rir com os causos! Não consigo mesmo segurar o riso em todas as vezes que o sr vê o Guido andando agachado, levando a sério, como se ele fosse realmente assim. As piadas podem ser dignas daquele "An? Pegou? Pegou?", e gesticulando com a mão o sinal de trocadilho. Os fatos podem ser forçados, o personagem exagerado e as sacadinhas vergonhosas. Mas eu realmente adoro, confesso!

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O Monstro (Il Mostro, de Roberto Benigni, Itália, 1994)

23 maio, 2011

Sessão Confesso! - Debi e Lóide



O filme que revelou Jim Carrey talvez seja mesmo um dos mais idiotas de todos os tempos. E quem se importa? A ideia é essa, estampada já no título nacional do filme, "dois idiotas em apuros". E eu adoro, confesso! Na história, Lóide é um motorista de limousine, que se apaixona por uma cliente na ida ao aeroporto. O marido da mulher é mantido refém, ela então "esquece" uma maleta com dinheiro no aeroporto, para pagar o resgate. Debi é um frustrado motorista de cachorros, tão idiota quanto Lóide. Os dois então decidem mudar a rotina indo até Aspen, para devolver a maleta à mulher. Nisso tudo, muita idiotice há por vir!

Na infância, fui capaz de assistir 5 vezes em um único final de semana e chorava de rir em todas as vezes. Do início ao fim, eram rios de lágrima e barriga doendo de tanta besteira junta! Não dá para esquecer das cenas memoráveis do filme. A do menino cego falando para o periquito morto e com a cabeça colada com  fita durex. "Quer um biscoito passarinho bonito?". No carro camuflado de Cão Pastor. Na música tosca do pássaro zombador que eles cantam no carro. No diálogo de Debi com a moça no posto de gasolina, perguntando sobre os esquis, "São seus? Os dois? Bonitos!". Na troca mais idiota possível que o Lóide faz do carro por uma motoca "e então se redime completamente!". Na cena do Debi se desfazendo completamente no banheiro, etc etc etc. É uma idiotice maior que a outra que eu realmente não me controlo até hoje assistindo. Talvez se o filme fosse feito hoje, provavelmente eu odiaria, como todos os pastelões do Ben Stiller, Rob Schneider ou do Will Ferrel. Talvez por Jim Carrey eu ainda achasse toda aquela graça. Mas sei que a grande justificativa foram as 5 vezes no final de semana, que me anestesiaram completamente para qualquer falha de "Debi e Lóide". E o filme ainda hoje deve ser visto DUBLADO, quer coisa pior? Confesso!

Abaixo, Lóide sonhando como seria o encontro com a moça da maleta!

29 janeiro, 2010

Sessão Confesso! - Mortal Kombat

Mortal Kombat (de Paul W. Anderson, EUA, 1995)

Shao Kahn, imperador do Reino de Outworld, deseja anexar a Terra à seu império. Para tanto, seus lutadores terão que vencer 10 torneios Mortal Kombat seguidos contra os humanos, torneios estes realizados a cada geração de lutadores da Terra. Outworld já venceu 9 desses torneios.

Com uma premissa extremamente simples e com o único objetivo de transpor para as telas do cinema o famoso game, Mortal Kombat foi um filme fiel aos seus fãs, que puderam conferir exatamente o que queriam. Nada de trama de máfia russa ou desastre do planeta, mas grandes lutas dos personagens do jogo, caracterizados e armados como tinham de ser. Scorpion lançando o seu famoso "come here", ainda tirando sua máscara para lançar fogo de sua caveira, em uma luta incrível com Johnny Cage, que lutou como há de ser, deixando sua foto de óculos escuros autografada com "To my greatest fan!", em um "friendship" ao final. Sub-Zero, o guerreiro do gelo, congelando os adversários nos combates e fazendo uma grande luta com Liu Kang, que ainda faz outra grande luta contra o Reptile. Sonya Blade e seu inimigo Kano. Lorde Raiden, em uma participação especial do Highlander Christopher Lambert, interpretando o Deus do Trovão. E ainda a princesa Kitana e toda sua sensualidade. Os momentos finais ainda proporcionaram a luta de Goro, o guerreiro de 4 braços, versus Johnny Cage, e guardou ainda a surpresa de Liu Kang soltar seu poder de fogo contra Shang Tsung. Para quem não é fã do jogo, certamente o filme não deve ser nada demais, mas é justamente o esperado para os viciados de Mortal Kombat, nada de muito blablablá, apenas as lutas e golpes e poderes! Totalmente diferente do que fizeram, por exemplo, com Dragonball, transformado e ridicularizado no filme. Lixo puro! Só esperamos que o possível novo filme de um dos games de lutas mais famosos da história, honre esse filmaço! Ao menos pra mim, confesso!

Confira no vídeo a sequência de lutas de Mortal Kombat!

30 março, 2009

Sessão Confesso! - Super Controle Remoto


Super Controle Remoto (Remote, de Ted Nicolaou, EUA, 1993)

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Garoto de 13 anos constrói um controle remoto de enorme potência. O aparelho o ajuda a enfrentar três assaltantes atrapalhados, que invadem a casa onde ele costuma brincar. Com astúcia, ele usa o aparelho para comandar vários brinquedos, criando armadilhas para os criminosos, que quase vão à loucura.
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Ok, o filme é bem infantil, e eu confesso estar até com vergonha de falar sobre ele, mas tenho que admitir que eu adorava tudo isso. Devo ter conhecido a produção no auge dos meus 8 anos, então imaginem... Todos aqueles brinquedos funcionando com um click, os carrinhos em alta velocidade e dando saltos à lá Rally Dacar, aviões com seus rasantes, todas as quinquilharias infantis possíveis sendo controladas por um super controle! (mais um ótimo Movieject pra mim!)É óbvio que eu ficava ali, diante da tv, fascinado, e depois desmontava um monte de aparelhinhos elétricos que eu achava em casa, tentando criar alguma interferência entre eles. Sem falar nos motorzinhos que vinham nos carros, que eu tirava, colocava uma pilha, e no máximo me rendiam um ventiladorzinho e o mais novo carrinho sem motor da casa. E isso realmente me fascinava! Talvez as meninas não entendam isso. Os poucos fãs do filme devem ser mesmo meninos, e um deles deve controlar a programação da Sessão da Tarde.
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No filme, o garoto fica preso numa "casa de plástico", era uma maquete de uma casa em tamanho real, que a imobiliária havia feito para demonstração de venda. Lembro dos bandidos pisando em maços de cigarro espalhados pelo chão da casa, para não acionarem o alarme. E depois me acabar de rir quando se contorciam pisando em falso nos maços. Me imaginava naquela casa cheia de coisas de mentira, podendo mexer em tudo sem ter o remorso de quebrar alguma coisa de valor. Talvez o filme tenha realmente aguçado meu lado de criança destrutiva. Hahaha!
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É um filme tosquíssimo, mas eu adorava todo aquele clima, confesso!


04 agosto, 2008

Sessão Confesso! - Te pego Lá Fora!

Bom, a partir de hoje o blog vai ter uma seção nova, a "Sessão Confesso!". São aqueles filmes toscos, mal feitos, bestas, clichês ou seja o lá o que você quiser como descrição, mas que por algum motivo eu gosto, e sempre que passa na tv eu dou um jeito de assistí-lo! E qualquer overdose de anos 80, Sessão da Tarde ou Cinema em Casa por aqui, não será mera coincidência!
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E inaurando a seção:
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Te Pego Lá Fora! (Three O'Clock High , de Phil Joanou, EUA, 1987)
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A história é extremamente simples. Buddy é um valentão recém-chegado à escola, daqueles que faz caso por tudo. Jerry Mitchell é o cara que não chega a ser mais popular no colégio, nem também o nerd, mas é simpático, e aqui, o astro do filme. Nessa, Mitchell faz a besteira de encostar em Buddy, e é o suficiente pra que o brutamontes mande o célebre "Te Pego Lá Fora!", e marque uma briga, às 3h da tarde no estacionamento. O filme se desenrola nisso, com Mitchell tentando escapar dessa roubada. É uma situação clássica, pela qual qualquer garoto já teve que passar na escola!
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Uma Curiosidade: Steven Spielberg era um dos produtores executivos do filme, e pediu que seu nome fosse retirado dos créditos.
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O Spielberg preferiu cair fora, mas eu assistia e me divertia aos montes, confesso! Você não?
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